"Diante do medo um sorriso aeróbico
Nas bochechas a caimbra de uma alegria incompleta
Nada como um sorriso burro e paranóico
Para não perceber a velocidade terrível da queda"
Arquivo do blog
-
▼
2008
(6)
-
▼
janeiro
(6)
- "Diante do medo um sorriso aeróbicoNas bochechas a...
- "...E ela era assim, estranhamente linda, tinha o ...
- Pra falar verdade, às vezes mintoTentando ser meta...
- É impressionante como as pessoas conseguem se estr...
- "Suas mentes estão cheias de algodão (...)Esquecem...
- Sereia bonita sentada na pedra mais altaTo pensand...
-
▼
janeiro
(6)
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
"...E ela era assim, estranhamente linda, tinha o misterioso perfume das violetas, olhos negros como jabuticaba, e a boca cor de cereja. Sutil, sonhadora, confusa e constantemente apaixonada. Ela era má. Atraia suas paixões com o mais belo sorriso, conquistava com o mais macio dos beijos e matava com o mais terrivel dos venenos. Ela conheceu um certo alguém, alguém que ela nunca tinha visto antes, sentiu uma sensação que até então ela não conhecia, aquela sensação de se querer quem se tem. Um certo alguém despertou os sentimentos daqueles olhos negros. Ela se entregou: '- Ele me faz tão bem' pensava ela. E quem irá dizer que não existe razão?..."
Mariana Moro
Mariana Moro
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Pra falar verdade, às vezes minto
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que as vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso
Além do mais quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou, voce pra mim mostrou
Que eu não sou sozinha nesse mundo.
Cuida de mim enquanto não esqueço de voce
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de voce
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo.
Basta as penas que eu mesmo sinto de mim
Junto todas crio asas viro querubim
Sou da cor do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir
Quero mais, quero a paz que me prometeu
Volto atras se voltar atras assim como eu.
Busquei quem sou
Voce pra mim mostrou
Que eu não estou sozinha nesse mundo.
Cuida de mim - O teatro mágico
Tentando ser metade do inteiro que eu sinto
Pra dizer as vezes que as vezes não digo
Sou capaz de fazer da minha briga meu abrigo
Tanto faz não satisfaz o que preciso
Além do mais quem busca nunca é indeciso
Eu busquei quem sou, voce pra mim mostrou
Que eu não sou sozinha nesse mundo.
Cuida de mim enquanto não esqueço de voce
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser.
Cuida de mim enquanto não me esqueço de voce
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo.
Basta as penas que eu mesmo sinto de mim
Junto todas crio asas viro querubim
Sou da cor do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir
Quero mais, quero a paz que me prometeu
Volto atras se voltar atras assim como eu.
Busquei quem sou
Voce pra mim mostrou
Que eu não estou sozinha nesse mundo.
Cuida de mim - O teatro mágico
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
É impressionante como as pessoas conseguem se estragar por pouco, cheguei a conclusão de que as aparências não enganam, toda aquela admiração desapareceu em alguns segundos, foi muito rápido, triste e decepcionante. Eu falo como se nunca tivesse acontecido, mas é que cada vez que acontece parece que vai ser diferente, cada pessoa que a gente conhece parece ser diferente. Talvez agora eu me conforme de vez, o resto da esperança que eu ainda tinha foi embora, ou talvez eu esteja enganada, mas isso eu só vou saber quando acontecer de novo e se acontecer. :)
domingo, 6 de janeiro de 2008
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
"Quem foi,perguntou o Celo.
Que me desobedeceu?
Quem foi que entrou no meu reino.
E em meu ouro remexeu?
Quem foi que pulou meu muro.
E minhas rosas colheu?
Quem foi,perguntou o Celo.
E a Flauta falou:Fui Eu.
Mas quem foi,a Flauta disse.
Que no meu quarto surgiu?
Quem foi que me deu um beijo.
E em minha cama dormiu?
Quem foi que me fez perdida.
E que me desiludiu?
Quem foi,perguntou a Flauta.
E o velho Celo sorriu."
Vinicius de Moraes
Que me desobedeceu?
Quem foi que entrou no meu reino.
E em meu ouro remexeu?
Quem foi que pulou meu muro.
E minhas rosas colheu?
Quem foi,perguntou o Celo.
E a Flauta falou:Fui Eu.
Mas quem foi,a Flauta disse.
Que no meu quarto surgiu?
Quem foi que me deu um beijo.
E em minha cama dormiu?
Quem foi que me fez perdida.
E que me desiludiu?
Quem foi,perguntou a Flauta.
E o velho Celo sorriu."
Vinicius de Moraes
Assinar:
Comentários (Atom)